domingo, 2 de setembro de 2007

sweet brown eyes ^.^

Honey, you are a rock... Upon which I stand.

(...)

How could anybody deny you?
(they must be out of their minds)


(L)

sexta-feira, 31 de agosto de 2007


Menina: Brinca comigo… *com voz de mimo*
Menino: Brinco contigo?
Menina: Siiim! Brincas? *sorriso de orelha a orelha*
Menino: E porque queres que brinque contigo?
Menina: Porque não tenho mais ninguém com quem brincar…
Menino: Não tens? *meio indignado*
Menina: Pois não… ou estás a ver mais algum menino?
Menino: Não, não estou. Mas estou a ver ali um pássaro azul, olha!
Menina: Onde, onde?
Menino: Ali mesmo…
Menina: Não vejo nada!
Menino: Ali e aqui mesmo. Preso na tua imaginação e a querer sair…
Menina: Oh! Estou a vê-lo… É tão bonito. *olha maravilhada*
Menino: Vês? Agora ele é livre. *sorri*
Menina: E agora já podes brincar comigo?
Menino: Siiim… *sopra ao ouvido da menina*
Menina: *sorriso de orelha a orelha*
Menina e Menino: *dão as mãos e vão brincar num mundo onde a imaginação é livre, então, sorriem os dois*



:) - Jerónimozinho na foto cmgo ^^
Ah sim, porque contigo eu aprendi (e ainda aprendo) certas coisas importantes.
Tu foste e és muito importante :D ^^

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Falta de um toque.

Naquela noite nem um bocadinho de céu parecia bastar. Até ele parecia limitado e inseguro, não me deixando transpor para lá dele, não me deixando esvaziar a minha cabeça de pensamentos e perdê-los algures entre a atmosfera. Naquela noite nem o mar me parecia seguro. Naquela noite até as estrelas se riam para mim. Não me senti bem. Perdi o controlo. Deixei-me flutuar até meio metro e depois cai, ilesa. Desejei poder cair assim para sempre. Sem nunca me magoar.
Naquela noite nem o ar nos pulmões me bastava. Podia estar no ponto mais a sul de Portugal, mas nada disso me tranquilizava. Nem mesmo os dois pescadores que nos faziam companhia em todo o molhe (ou molho), a mim e às minhas amigas. Senti falta. Mas falta do quê? Senti que o céu não me deixava transpor as barreiras e isso sufocou-me um pouco por dentro. Senti falta de um toque. De um toque cheio da mais bonita das músicas e da maior das delicadezas. Mas também de um toque que fosse electrizante, de tão cheio de ansiedade que se encontrasse. Um toque querendo e necessitando apenas de outro toque. De puro afecto.
Então perdi-me outra vez. Perdi-me em fantasias de toques, algures entre o céu e o mar, não sabendo bem já qual deles não me deixava ir para lá ou para cá. Perdi-me de mim mesma sem saber bem como. Perdi-me até me encontrar outra vez no mesmo sítio. Então aí abandonei-me e flutuei dois metros. Depois cinco metros. A partir daí, perdi a noção. Então dei por mim a furar todas as barreiras intransponíveis que o céu me havia colocado e senti-me livre. Olhei para baixo e lá muito longe vi os meus pensamentos à deriva, necessitando de orientação. Chamei-os tão alto quanto consegui e minutos depois eles ultrapassaram-me. Continuaram infinitamente deixando-me só. Só com os meus sentimentos. Então aí abandonei-os ali, onde eles pudessem ser livres, para lá das barreiras intransponíveis. E voltei para terra, em pura queda livre. Mas aí já não me podia magoar. A terra abriu um buraco e eu cai no mar, enrolando-me nas ondas e sendo abraçada por elas. Então elas sussurraram-me ao ouvido que tudo estava e ia ficar bem. Acreditei plenamente nelas. Depois acordei. Já não me senti sufocada. Mas continuei a sentir falta. Falta de um toque.

31.07.2007 @ E foi assim que me senti naquela noite de céu aberto junto das minhas duas amigas, no ponto mais a sul de Portugal, o molhe do Farol.

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

There's somekind of rain on my shoes!

Chove. Está a chover. Chove nos meus pés, tenho chuva nas mãos e nos braços. Tenho o cabelo a brilhar com gotinhas de chuva. Tenho chuva no coração. Tenho chuva nos meus sapatos. Tenho chuva no coração. Porque agora, está a chover mais do que nunca.
E eu, eu tenho chuva nos meus pés e nos meus sapatos. Eu tenho chuva no coração.



it's gonna get to your heart. no matter what you think, it will steal your heart tonight!
but i gave it to you, please accept it. it's too damn precious to be out on the rain, darling.
AHAH (L)

terça-feira, 21 de agosto de 2007

(u)

Quando descobrimos que não somos assim tão importantes para uma pessoa como ela é para nós, dói.
A princípio, dói pouco. Ficamos um pouco em estado de choque e o nosso coração bloqueia o que acabámos de ler. Mas depois começamos a assimilar, e começa a doer muito.
Depois, dói até demasiado. Dói tanto que só queremos parar de sentir com tanta intensidade.


Continuo a sentir, continuo a pensar nisso. Continua a doer.

domingo, 19 de agosto de 2007

Não-Sentidos


Confundi as coisas mais uma vez.
Já passou, ou então talvez ainda não.
É estranho... estranho o eu querer tanto, desejar tanto, pedir tanto e receber tão pouco.
Ou receber mesmo nada. Recebo delas, é certo.
Elas que me enchem e transbordam o coração. Quando o meu coração trapezista se sente agoniado e as lágrimas vão saindo eu sei, sei que uma delas, senão todas, estão lá para me dar a mão. E eu sei que na maior parte das vezes elas sabem do que preciso. Mas hoje, nem eu sei.
Confundi as coisas mais uma vez. E às 5 e 49 da manhã eu queria uma mão, talvez um abraço, mas sinto-me tentada a arrastar-me até à cama e a adormecer com o canto dos pássaros.
Ainda estou a fazer sentido? Alguma vez fiz sentido? Não sei.

Estou a transbordar ligeiramente.
Estou a esvaziar-me ligeiramente.
Estou a... não fazer sentido nenhum? Exactamente.
Hoje, nem a Maria Carolina faz sentido.
Nem tu fazes sentido. @

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Ericeira

AUSENTE uma semana !




mesmo em tão pouco tempo vou... ter saudades.


:') .

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

za za zu?

Borboletas na barriga ^^



Ok, ok.
Talvez eu goste.


-------> (dele)

domingo, 22 de julho de 2007

I don't know.


"Ela acenou uma vez mais ainda e deixou tombar as lágrimas.
Desejava que a confissão dos seus sentimentos resolvesse as coisas. Desejava mesmo. E sabia que ele também o desejava. Quer falasse verdade quer não, ele pensava que a podia fazer sentir-se melhor, e desejava-o realmente.
Mas não era disso que ela estava carente. A sua carência era enorme como as estrelas, e ele estava ali em baixo na praia, tão imóvel que ela mal conseguia ouvi-lo."

Já não sei mais o que deva sentir.
Big girls don't cry, right? But I ain't no big girl, sorry.

domingo, 15 de julho de 2007

Domiiingo = calma :)

Relativamente normal hoje.
4 dias apenas para ela voltar! (estou feliz :D)
Eu gosto mesmo dos Domingos.
Dão-me uma certa calma.

Estive meio doente...
Fiz reacção às vacinas! :x
E já saíram os resultados dos exames :)
4 a Português e 2 a Matemática (era exactamente o que eu estava à espera)
Hm, vou dormir @


já estás mais distante. mas agora sei que não é preciso evitar-te, que não é assim que (eu) resolvo melhor as coisas, que as soluciono. vá, aparece à minha frente que eu cumprimento-te! com dois beijinhos...


p.s. - ALIEN, na foto estava a beber coca-cola (da normal, não zero), pus esta foto especialmente para ti :P



segunda-feira, 9 de julho de 2007

...

Mas foi estranho, foi sim.
Tanto que o meu coração teve tempo de dar uma dezena de saltos e apertar-se a si mesmo, deixando-me com aquela ansiedade louca a palpitar no peito.
Odeio-te coração. Por me fazeres sentir coisas que não quero, por seres egoísta para com a tua dona e gostares de ser um trapezista que cai. E se magoa.

não quero mais reviravoltas. quero pulos de alegria. não quero ansiedade.
renego a ansiedade. renego(-te) a ti.

Aventuras e desventuras.


Entre perder o último barco com a Inês e ter que dormir no Farol, entre aquilo que aconteceu, entre aquilo que deveria ter acontecido e que não aconteceu, entre pessoas que não interessam para nada e aquelas que importam até demasiado, entre dois beijinhos na cara, entre falar de marcas de leite às duas da manhã, entre o desejar e o querer, entre o não ter e precisar, entre o sentir saudades, entre este calor de morte, entre as emoções incontroláveis e indefinidas, entre conversas um pouco taradas, entre desabafos, entre tudo. Entre o tudo. O mundo não parou.
Entre um abracinho bom e um fingir que não vê.
Entre um post bonito e um post confuso (como este).
Gosto mesmo é da Minha Esposa (L)
(qe está ali comigo na foto.)
Gosto-VOS. (sim, a vocês. a vocês que me sabem melhor que eu.)
E tu? Tu não mereces nada da vida. Abre os olhos.

sábado, 23 de junho de 2007

Coração apertado

tenho saudades tuas.
E tenho vontade de chorar.
E já chorei.
Mais ainda.

Não posso fazer mais nada, se calhar não desisti completamente. E talvez nunca desista completamente. Não de ti e não do amor.

A Carolina sorriu depois.
Acalmou-se e deixou o coração fazer as suas magias.
Obrigada, Anna (L)

terça-feira, 19 de junho de 2007

Sopro?

Nestes últimos dias têm acontecido tanta coisa.
Porque eu não estava nada à espera daquilo, foi tão inesperado que acho que gelei. Mas já passou mais ou menos e, afinal, optei por desistir do que há mto já devia ter sido "abandonado" e posto de lado. Foi uma boa decisão, fez-me sentir mais leve e, de certa maneira, um pouco mais livre :).

E não é que o 1º exame foi hoje? E não é que correu fantasticamente bem? Perdi uns pontos na gramática mas, de resto, correu bem. Agora só falta o de matemática, que é já esta 5ª feira... ui.

Hm, nestes dias tenho-me sentido um pco como ali na foto, prestes a decidir soprar alguma coisa ou a deixá-la ficar, para sempre, na minha mão, para poder deixá-la ir. Não posso dizer que gostaria de o fazer com uma só coisa, pois se pudesse não deixava aquelas pessoas que tanta falta me fazem, irem embora (sim Nadininha, ficavas aqui entre os meus dedinhos para sempre, se assim pudesse ser :/).
E nos próximos dias e durante estas férias, nestas mais do que nunca, irei sentir sempre o coraçãozinho apertado pois sei que para o ano não chegarei à escola com o meu grande sorriso e aquele brilho nos olhos dourados para dar abraços e beijinhos mto entusiásticos, de quem não se vê há anos xD, àquelas tais pessoas. Àquelas tais pessoas daquela tal turma que já se tornou inesquecível aqi (L).
Mas nós continuaremos juntos ou, pelo menos, é o que todos tentam dizer, atropelando as palavras e dizendo menos do que o que o coração gostaria de poder dizer. E mesmo que tal não aconteça, sempre é bom acreditar que sim e dizer uns "Olás" ocasionais quando nos cruzarmos no corredor, até pode nem ser assim tão mau. Mas que estou eu para aqui a dizer? Isso seria péssimo mas, no meu mais ínfimo sei que vai acontecer a mtos, àqueles não tão chegados.
Só queria ter a oportunidade de vos agarrar mais um pouquinho (tal e qual cmo estou a fazer àquele pobre dente-de-leão) mas, depois percebi, eu já tive essa oportunidade! Desde o maravilhoso 7º ano que vos tenho junto a mim, portanto já tive a minha oportunidade de deixar um pco de mim no vosso coração, nuns mais que noutros. Portanto, agora é, a hora de vos deixar ir e seguir o vosso caminho, assim cmo eu irei seguir o meu...

(na foto: Sim, sou eu. Com uma cara um pco estranha :x)


p.s. - Jerónimozinho, tu também me Completas, obrigada @ :)
Beijinhos a todos, todos *

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Primeiro post?

Às vezes dou por mim a olhar para trás, para o que eu era antes e para o que sou agora.
Não sei dizer o que sinto neste momento, não consigo defini-lo. Sempre tive dificuldades em lidar com sentimentos e, frequentemente, sempre preferi deixá-los emaranhar do que tentar percebê-los. É isso que sinto agora, um emaranhado de sentimentos e emoções tão grande e tão difícil de desenlear. Porque eu tenho medo do próximo ano, medo pelos amigos que ficam para trás e medo pelos amigos que vão em frente. Medo pelos que vão para longe e pelos que ficam perto. Medo por aqueles que serão fáceis de esquecer e medo por aqueles que nunca irei esquecer. E, apesar de tudo, medo por mim. Porque se eu tenho medo, é mais do próprio medo em si do que tudo o resto. E é assim que eu sou, complexa, muito complexa. Não sou complicada, tenho é tendência a complicar as coisas, como a maior parte das pessoas do planeta.
Queria fazer um post alegre, a sério que queria. Mas hoje não deu, foi mais fácil exprimir o que sinto do que inventar uma Carolina mais feliz.

E sim, eu estou aqui outra vez. Quando disse a mim mesma que não voltava a ter um blog, acabei por ceder aos pedidos insistentes do Jerónimo (que é um Atum enlatado que consegue ser muito chatinho por vezes :P).
Mas enfim, vamos ver no que isto dá...